A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) reforça os perigos do bronzeamento artificial, destacando o aumento significativo no risco de câncer de pele devido à exposição à radiação ultravioleta (UV).
O uso de câmaras de bronzeamento foi classificado como cancerígeno para humanos pela Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS).
Além do câncer, o bronzeamento artificial pode causar envelhecimento precoce da pele, queimaduras e danos oculares, como catarata e melanoma ocular.
A radiação UVA, presente em camas de bronzeamento, danifica o colágeno e a elastina, resultando em rugas, flacidez e manchas na pele.
A exposição à radiação UV também pode suprimir o sistema imunológico, tornando o corpo menos eficaz no combate a infecções e células cancerígenas.
A Anvisa está tomando medidas legais para garantir que a proibição seja respeitada em todo o território nacional.
A Anvisa está combatendo o uso irregular desses equipamentos em todo o país, mesmo diante de aprovações locais que contrariam a norma federal.
A Anvisa afirma que essas leis locais contrariam a norma federal e que providências legais serão tomadas para resguardar a saúde pública.
A agência intensificou as medidas regulatórias e conta com o apoio de entidades de saúde para reduzir o uso de câmaras de bronzeamento artificial no Brasil.
A Anvisa continua monitorando e agindo contra o uso irregular desses equipamentos, visando garantir que a legislação seja cumprida e que a população esteja protegida dos perigos do bronzeamento artificial.
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