
O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do Partido Liberal na Câmara, manifestou-se sobre o caso de Adalgiza Maria Dourado, uma senhora de 65 anos sentenciada a 14 anos de prisão por envolvimento nos eventos de 8 de janeiro.
Em um vídeo divulgado nesta terça-feira, Cavalcante aparece ao lado do advogado de Adalgiza, Luiz Felipe Pereira da Cunha, e da irmã da condenada, defendendo a libertação da idosa e criticando a decisão judicial.
O advogado Luiz Felipe Pereira da Cunha, intensificou a pressão sobre as autoridades, levando o caso à Organização dos Estados Americanos (OEA), buscando apoio internacional para a causa de Adalgiza.
"Já deveria estar solta." disse Sóstenes, ao defender a anistia aos envolvidos no protesto.
"Ela deveria estar solta." - afirmou o deputado Cavalcante.
A defesa de Adalgiza alega que a idosa necessita de cuidados médicos urgentes, que não estariam sendo fornecidos no sistema prisional. Segundo o advogado, desde dezembro de 2024, foram solicitados atendimento médico e psiquiátrico para tratar a arritmia cardíaca, depressão profunda e ideações suicidas de Adalgiza.
A situação de Adalgiza no presídio Colmeia se agravou com um surto de COVID-19, aumentando o risco à sua saúde. A falta de tratamento adequado para suas condições psicológicas tem deteriorado ainda mais seu quadro clínico, conforme relatado pelo advogado.
A iniciativa do deputado Cavalcante e a denúncia à OEA visam pressionar o STF e outras instâncias da Justiça a reconsiderarem a situação de Adalgiza, buscando uma solução mais humanitária para o caso, como a concessão de prisão domiciliar, dadas as suas condições de saúde e idade avançada. A situação levanta novamente debates sobre as decisões do ministro Alexandre de Moraes e os excessos do judiciário.
Fonte: revistaoeste