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Com saúde em colapso, pneumologista "torce" para que restrições contenham alta da Covid em Curitiba

Por Portal Comunica AM em 01/06/2021 às 15:48:55

O presidente da Associação Paranaense de Pneumologia, Irineu Melek, está “torcendo” para que as medidas restritivas adotadas pela Prefeitura de Curitiba consigam conter a alta de casos da Covid na cidade. À Banda B, o médico intensivista do Hospital Angelina Caron disse nesta terça-feira (1º), que há mais “expectativa” do que “certeza” sobre a situação, e que o número de diagnósticos do coronavírus na capital nunca baixou a um nível seguro.

“Quantas vezes já vivemos o fechamento de comércios, de shoppings, etc. Não houve realmente um grande impacto. Então, temos mais uma torcida do que uma certeza. Uma torcida para que as coisas melhorem. Mas, realmente, certeza não há e temos uma expectativa de que seja um mês mais complicado ainda”, projetou Melek.

Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem/Fotoarena/Folhapress

A pandemia da Covid começou no Brasil, e em Curitiba, há cerca de um ano e três meses. Neste tempo, é possível dizer que o sistema de saúde curitibano entrou em colapso, ao menos, quatro vezes por conta das chamadas “ondas” da doença.

Atualmente, Curitiba está, mais uma vez, na bandeira vermelha [alerta máximo de atenção contra a Covid]. Números do coronavírus divulgados nesta segunda-feira (31), apontam que a cidade possui mais de 11 mil casos ativos. Além disto, a cidade já contabiliza mais de 215 mil diagnósticos positivos e se aproxima do trágico número de 5.500 mil mortes.

“Vocês ouvem, às vezes, "deu 101% de internamento". Mas, como assim? É que são tirados leitos de outras áreas para você dar conta da demanda. Um primo irmão meu precisou atendimento em um convênio de saúde e foi recusado em três hospitais fluxo covid porque já não havia como receber, como fazer exames ou avaliá-lo. Então, o número é grande e preocupante”, disse o pneumologista analisando o colapso da saúde na capital.

Vacinação

Melek, que convive diariamente com a realidade da Covid no Hospital Angelina Caron, também disse que houve uma redução dos pacientes mais velhos nas alas de enfermaria e UTI e uma aumento de mais jovens internados nos hospitais. Isto, no entanto, não assegura uma certeza da vacinação.

“Será que as pessoas mais jovens estão se cuidando menos? Será que vacina está fazendo entre os mais idosos? Porque isto está acontecendo?”, questiona. “Esta é uma resposta que a gente está esperançoso que seja por causa da vacina”, concluiu.

De acordo com o Vacinômetro do Sistema Único de Saúde (SUS), o Estado alcançou nesta segunda-feira (31) a marca de 2.512.993 pessoas imunizadas com a aplicação inicial. O quantitativo equivale a 52,2% do conjunto formado por 4.812.142 paranaenses, pertencentes aos grupos prioritários do Plano Estadual de Imunização. 

Como necessidade de ampliar a vacinação, após autorização do Ministério da Saúde, a Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba inicia a vacinação da última faixa etária do grupo de comorbidades a partir desta terça-feira (1). Pessoas de 18 a 59 anos que, comprovadamente, tenham alguma das doenças listada pelo Ministério da Saúde podem se dirigir a um dos 18 pontos de vacinação contra a covid-19 da cidade.

Fonte: Banda B

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